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Durante visita à Embrapa Agroindústria Tropical, em Fortaleza (CE), na quinta-feira passada, dia 26 de agosto, Malam Bacai Sanhá conheceu tecnologias voltadas para o desenvolvimento do agronegócio caju, principal produto agroindustrial do país.
O presidente Malam Bacai estava acompanhado de uma comitiva de 25 pessoas, que incluiu oito ministros e diversas autoridades do primeiro escalão do governo guineense. O objetivo da visita foi conhecer os trabalhos desenvolvidos pela Embrapa no agronegócio caju.
A programação contou com uma apresentação do chefe-geral da Embrapa Agroindústria Tropical, Vitor Hugo de Oliveira, sobre a atuação da Unidade em pesquisa e desenvolvimento para agregação de valor aos produtos da cajucultura brasileira. Em seguida, o supervisor do Núcleo de Inovação Tecnológica, Fábio Paiva, apresentou os trabalhos de cooperação técnica em cajucultura na Guiné-Bissau. Desde 2002, quatro missões técnicas já foram realizadas por pesquisadores e técnicos da Embrapa Agroindústria Tropical ao país, tendo como foco a transferência de tecnologias voltadas para o desenvolvimento de práticas agrícolas e industriais relacionadas à cultura do caju.
Os visitantes também conheceram a Unidade Móvel de Transferência de Tecnologia Agroindustrial – uma parceria entre o Sesi e a Embrapa – que percorre a Região Nordeste para ministrar cursos e treinamentos para multiplicadores em tecnologias de processamento de frutos tropicias. O presidente Malam Bacai ficou impressionado com o potencial de aproveitamento do pedúnculo do caju e manifestou interesse em estabelecer um acordo de cooperação. “Este centro de pesquisa possui tecnologias muito avançadas e de muito interesse para a Guiné-Bissau, e depois de ver a riqueza de possibilidades para agregação de valor ao caju, vamos fazer todo o possível para tornar viável o estabelecimento de um pacto de cooperação, envolvendo o governo brasileiro”, disse.
A Embrapa Agroindústria Tropical vem desenvolvendo ações na área de fruticultura tropical em países da África. Na sua avaliação, esses países possuem algumas semelhanças com a Região Nordeste, não só no que diz respeito às condições de clima e solo, mas também às dificuldades econômicas e sociais. O chefe-geral, Vitor Hugo de Oliveira, vê nessa cooperação uma ampliação da atuação da Unidade e de oportunidade de negócios para empresas nacionais, “principalmente metalúrgicas que produzem equipamentos para a agroindústria”, explica, uma vez que parte das tecnologias transferidas dizem respeito ao processamento e aproveitamento de frutas. Ele também considera que “o estreitamento das relações entre países produtores de caju é uma oportunidade para a afirmação da Embrapa como centro de excelência mundial em cajucultura”.
Guiné-Bissau
A produção de castanha de caju é o principal produto agroindustrial do país, que é o maior produtor africano de castanha e o sexto do mundo. Plantações de cajueiro são encontradas em todo o território nacional e ocupam cerca de 80% da população de 1,5 milhão de habitantes. Em pouco mais de 20 anos, a área cultivada passou de 3 mil hectares para cerca de 160 mil hectares, com uma produção de 100 mil toneladas, sendo 90% a 95% vendidas como matéria-prima para o exterior. Estima-se que 70% das propriedades possuem cultivo de caju.
A idéia do governo de Guiné-Bissau é melhorar a tecnologia de manejo, tratos culturais, controle fitossanitário, pós-colheita e melhoria no padrão genético das áreas de produção, além de desenvolver o processo de beneficiamento da castanha e iniciar o aproveitamento do pedúnculo do caju.
As experiências das pesquisas em agricultura familiar desenvolvidas pela Embrapa Cerrados, localizada em Planaltina (DF), serão apresentadas no VIII Congresso Brasileiro de Sistemas de Produção, que será realizado, de 23 a 25 de junho, em São Luis/MA.
Com o tema “Agricultura Familiar: Crise Alimentar e Mudanças Climáticas Globais”, o evento abordará as seguintes áreas temáticas: Experiências com metodologias inovadoras, Sistemas de Produção Sustentáveis, Manejo de Recursos Naturais e Serviços Ecossistêmicos, Extrativismo e Desenvolvimento Territorial.
O Congresso é uma realização das unidades da Embrapa – Cerrados, Agroindústria Tropical e Meio Norte – e da Universidade Estadual do Maranhão. Além da I Feira Tecnológica de Arranjos Produtivos Locais do Maranhão, que ocorre em paralelo ao Congresso, as políticas públicas para a agricultura familiar e o desenvolvimento rural também serão discutidos no IV Encontro da Rede de Estudos Rurais, que ocorrerá, em Curitiba (PR), de 6 a 9 de julho.
O pesquisador da Embrapa Cerrados João Roberto Correia, membro da Comissão Organizadora, explica que a o intercâmbio de experiências práticas, que acontecerá no Congresso, será completado com as discussões teóricas da Rede de Estudos Rurais. “Nesses eventos, os sistemas de produção são pensandos em conjunto, englobando questões sociais, econômicas e ambientais”, ressalta.
As pesquisas com agricultores familiares desenvolvidas pela Embrapa Cerrados estão voltadas para busca de alternativas para a melhoria dos sistemas de produção adotados em pequenas propriedades. Entre os trabalhos que serão apresentados no Congresso, nos dias 24 e 25 de junho, sobre metodologias participativas e inovadoras estão os executados nos municípios de Unaí e Alto Rio Pardo, ambos em Minas Gerais.
A equipe de pesquisadores que desenvolvem projeto de pesquisa em Unaí apresentará o trabalho “Metodologia multicritério de apoio à decisão como ferramenta para avaliação de sistemas de cultivo com agricultores familiares”. A partir das experiências em Alto Rio Pardo, os pesquisadores apresentarão os trabalhos “Iniciativa de estruturação de um modelo de unidade de observação de policultivos adaptadas às condições de agricultures” e “Procedimentos metodológicos para identificação dos guardiões da agrobiodiversidade em comunidades de agricultores familiares no Norte de Minas”. Este último desenvolvido em parceria com a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia.
Estão inscritos no Congresso, 150 trabalhos, entre artigos, resumos expandidos, pôsters e apresentação oral. Entre os artigos, 25 serão selecionados para publicação no Cadernos de Ciência e Tecnologia, na edição de dezembro. Mais informações sobre o Congresso poderão ser obtidas pelo endereço:www.cnpat.embrapa.br/sbsp
As experiências das pesquisas em agricultura familiar desenvolvidas pela Embrapa Cerrados, localizada em Planaltina (DF), serão apresentadas no VIII Congresso Brasileiro de Sistemas de Produção, que será realizado, de 23 a 25 de junho, em São Luis/MA.
Com o tema “Agricultura Familiar: Crise Alimentar e Mudanças Climáticas Globais”, o evento abordará as seguintes áreas temáticas: Experiências com metodologias inovadoras, Sistemas de Produção Sustentáveis, Manejo de Recursos Naturais e Serviços Ecossistêmicos, Extrativismo e Desenvolvimento Territorial.
O Congresso é uma realização das unidades da Embrapa – Cerrados, Agroindústria Tropical e Meio Norte – e da Universidade Estadual do Maranhão. Além da I Feira Tecnológica de Arranjos Produtivos Locais do Maranhão, que ocorre em paralelo ao Congresso, as políticas públicas para a agricultura familiar e o desenvolvimento rural também serão discutidos no IV Encontro da Rede de Estudos Rurais, que ocorrerá, em Curitiba (PR), de 6 a 9 de julho.
O pesquisador da Embrapa Cerrados João Roberto Correia, membro da Comissão Organizadora, explica que a o intercâmbio de experiências práticas, que acontecerá no Congresso, será completado com as discussões teóricas da Rede de Estudos Rurais. “Nesses eventos, os sistemas de produção são pensandos em conjunto, englobando questões sociais, econômicas e ambientais”, ressalta.
As pesquisas com agricultores familiares desenvolvidas pela Embrapa Cerrados estão voltadas para busca de alternativas para a melhoria dos sistemas de produção adotados em pequenas propriedades. Entre os trabalhos que serão apresentados no Congresso, nos dias 24 e 25 de junho, sobre metodologias participativas e inovadoras estão os executados nos municípios de Unaí e Alto Rio Pardo, ambos em Minas Gerais.
A equipe de pesquisadores que desenvolvem projeto de pesquisa em Unaí apresentará o trabalho “Metodologia multicritério de apoio à decisão como ferramenta para avaliação de sistemas de cultivo com agricultores familiares”. A partir das experiências em Alto Rio Pardo, os pesquisadores apresentarão os trabalhos “Iniciativa de estruturação de um modelo de unidade de observação de policultivos adaptadas às condições de agricultures” e “Procedimentos metodológicos para identificação dos guardiões da agrobiodiversidade em comunidades de agricultores familiares no Norte de Minas”. Este último desenvolvido em parceria com a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia.
Estão inscritos no Congresso, 150 trabalhos, entre artigos, resumos expandidos, pôsters e apresentação oral. Entre os artigos, 25 serão selecionados para publicação no Cadernos de Ciência e Tecnologia, na edição de dezembro. Mais informações sobre o Congresso poderão ser obtidas pelo endereço:www.cnpat.embrapa.br/sbsp
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wagner Rossi, acompanha o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no encontro com o presidente do Peru, Alan García, em Manaus/AM, nesta quarta-feira (16/03).
Às 11h30, Rossi compare à reunião ministerial ampliada, com os chefes de estado e suas equipes, no Hotel Tropical. Em seguida, às 12h30, participa da assinatura de atos entre os dois países.
Balança comercial – O Brasil tem posição superavitária no comércio de produtos agropecuários com o Peru. Em 2009, as exportações para o país vizinho somaram quase US$ 138 millhões, com destaque para produtos florestais (US$ 62,5 milhões), carnes (US$ 12,7 milhões) e cereais (US$ 11,7 milhões).
Em contrapartida, as importações do agronegócio peruano foram de US$ 57,5 milhões. Os principais produtos que o Brasil comprou do Peru foram fibras e produtos têxteis (US$ 23,2 milhões) e alguns produtos hortícolas (US$18 milhões), como aspargos, batatas e cogumelos.
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wagner Rossi, acompanha o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no encontro com o presidente do Peru, Alan García, em Manaus/AM, nesta quarta-feira (16/03).
Às 11h30, Rossi compare à reunião ministerial ampliada, com os chefes de estado e suas equipes, no Hotel Tropical. Em seguida, às 12h30, participa da assinatura de atos entre os dois países.
Balança comercial – O Brasil tem posição superavitária no comércio de produtos agropecuários com o Peru. Em 2009, as exportações para o país vizinho somaram quase US$ 138 millhões, com destaque para produtos florestais (US$ 62,5 milhões), carnes (US$ 12,7 milhões) e cereais (US$ 11,7 milhões).
Em contrapartida, as importações do agronegócio peruano foram de US$ 57,5 milhões. Os principais produtos que o Brasil comprou do Peru foram fibras e produtos têxteis (US$ 23,2 milhões) e alguns produtos hortícolas (US$18 milhões), como aspargos, batatas e cogumelos.
Em entrevista ao jornal Diário do Nordeste (CE), do dia 06/06, o chefe-geral da Embrapa Agroindústria Tropical, Vitor Hugo de Oliveira, falou sobre as próximas inovações que estão sendo desenvolvidas pela empresa. Confira trechos:
Depois do cajueiro anão, qual é a nova descoberta da Embrapa Agroindustrial?
Estão em andamento, neste momento, algumas pesquisas bastante promissoras para o agronegócio do Ceará e do Nordeste como um todo. Uma delas relaciona-se a agregação de valor à biodiversidade regional. Algumas espécies nordestinas, bastante conhecidas, que até agora só têm servido para compor a paisagem, nos darão boas alegrias.
É mesmo? Quais são elas?
A carnaúba é uma, a algaroba é outra e a palma é mais outra. Repare a palma: hoje, ela é utilizada basicamente na alimentação animal, daí o nome de palma forrageira. No último levantamento feito pela Embrapa, foi apurado que, somente no Nordeste, há cerca de 500 mil hectares plantados de palma forrageira, utilizada unicamente como ração animal. Isto tem importância, sem dúvida, principalmente se considerarmos que vivemos numa região que depende de chuvas, e a agropecuária é uma atividade dependente do regime hídrico. Mas essa palma pode ter outro aproveitamento econômico mais nobre, que agregue valor a quem a cultiva, para além do seu uso como ração animal.
De que maneira?
Veja: podemos obter da palma forrageira uma série de co-produtos ligados à celulose, à nanocelulose, e a partir destas é ainda possível obtermos produtos como adesivos, bioadesivos, xaropes, bebidas utilizadas em dietas especiais, só para citar alguns exemplos. Nada disso, porém, está sendo aproveitado porque faltam estudos. Esses estudos estão sendo feitos agora pelos pesquisadores da Embrapa Agroindústria Tropical, que dispõe de um Laboratório de Valorização de Resíduos da Biomassa, cuja finalidade principal é agregar valor a essas espécies existentes na região, mas também de descobrir novos usos.
O que a Embrapa está fazendo para agregar valor à algaroba?
Eis aí uma espécie que praticamente não depende de água. A partir de suas sementes, de suas vagens, é possível obter-se uma série de produtos que podem ser utilizados como espessante (substância que aumenta a viscosidade dos alimentos) na fabricação de xaropes e de álcool combustível.
Depois do cajueiro anão, qual é a nova descoberta da Embrapa Agroindustrial?
Estão em andamento, neste momento, algumas pesquisas bastante promissoras para o agronegócio do Ceará e do Nordeste como um todo. Uma delas relaciona-se a agregação de valor à biodiversidade regional. Algumas espécies nordestinas, bastante conhecidas, que até agora só têm servido para compor a paisagem, nos darão boas alegrias.
É mesmo? Quais são elas?
A carnaúba é uma, a algaroba é outra e a palma é mais outra. Repare a palma: hoje, ela é utilizada basicamente na alimentação animal, daí o nome de palma forrageira. No último levantamento feito pela Embrapa, foi apurado que, somente no Nordeste, há cerca de 500 mil hectares plantados de palma forrageira, utilizada unicamente como ração animal. Isto tem importância, sem dúvida, principalmente se considerarmos que vivemos numa região que depende de chuvas, e a agropecuária é uma atividade dependente do regime hídrico. Mas essa palma pode ter outro aproveitamento econômico mais nobre, que agregue valor a quem a cultiva, para além do seu uso como ração animal.
De que maneira?
Veja: podemos obter da palma forrageira uma série de co-produtos ligados à celulose, à nanocelulose, e a partir destas é ainda possível obtermos produtos como adesivos, bioadesivos, xaropes, bebidas utilizadas em dietas especiais, só para citar alguns exemplos. Nada disso, porém, está sendo aproveitado porque faltam estudos. Esses estudos estão sendo feitos agora pelos pesquisadores da Embrapa Agroindústria Tropical, que dispõe de um Laboratório de Valorização de Resíduos da Biomassa, cuja finalidade principal é agregar valor a essas espécies existentes na região, mas também de descobrir novos usos.
O que a Embrapa está fazendo para agregar valor à algaroba?
Eis aí uma espécie que praticamente não depende de água. A partir de suas sementes, de suas vagens, é possível obter-se uma série de produtos que podem ser utilizados como espessante (substância que aumenta a viscosidade dos alimentos) na fabricação de xaropes e de álcool combustível.
Leia a entrevista completa aqui
Será no dia 2 de junho (quarta-feira), às 8h30, a terceira edição do “Café Tecnológico”, que visa uma maior interação entre instituições incubadoras, empresas incubadas e futuros empreendedores do Ceará. O encontro ocorre na sede da Embrapa Agroindústria Tropical (Fortaleza/CE), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Coordenada pela Rede de Incubadoras de Empresas do Ceará (RIC), a iniciativa conta com a participação de diversas empresas e instituições ligadas à inovação e ao empreendedorismo no estado. Para Genésio Vasconcelos, coordenador regional do programa de incubação de empresas da Embrapa – Proeta -, o evento é de grande importância, pois, devido a seu caráter itinerante em todas as incubadoras da RIC, promove a integração entre as instituições. “Muitas vezes, temos ótimos relacionamentos enquanto membros da rede, mas não conhecemos as ações de cada um”, justifica. Além disso, negócios podem ser gerados entre as empresas incubadas. Vale salientar que esta ação nasceu da própria rede, uma vez que para se atuar em conjunto faz-se necessário o conhecimento da situação atual para sugerir as próximas ações.
A programação conta com a apresentação institucional do chefe-geral da Embrapa Agroindústria Tropical, Vitor Hugo de Oliveira, e a atuação do Proeta. As três empresas que estão sendo incubadas dentro deste programa – Bioclone, Sabor Tropical e CarbonoFixo.Com -também irão mostrar suas linhas de atuação e os resultados já alcançados. A Bioclone, por exemplo, produz mudas de fruteiras tropicais e de plantas ornamentais e flores tropicais pelo método de micropropagação. Na opinião do diretor, Roberto Caracas, “a filosofia de incubação do Proeta oferece vantagens, que vão desde a transferência de tecnologias inovadoras de alto valor agregado, até o apoio na aproximação de órgãos financiadores e fomentadores de recursos subvencionados”. Recentemente, teve um projeto aprovado para avançar no desenvolvimento e na produtividade de mudas clonadas, com a utilização de biorreatores. Os recursos são oriundos do Fundo de Inovação Tecnológica (FIT) da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico (Funcap).
A Sabor Tropical, outra empresa participante do Proeta, desenvolve o aproveitamento do resíduo de extração de suco de caju para obtenção de compostos de alto valor agregado, resultando num corante natural amarelo. O diretor, Fernando Furlani, conta que também recebeu recursos do FIT para finalizar o processo de obtenção e purificação das frações de carotenóides presentes no resíduo do suco de caju, visando a avaliação e a exploração do seu poder corante, antioxidante e pró-vitamínico. O empreendedor Ednaldo Vieira do Nascimento vai apresentar a atuação da CarbonoFixo.Com, que produz mudas nativas da Mata Atlântica para a realização de carboneutralização (neutralização da emissão de carbono). Durante o Café Tecnológico, será lançado o edital de seleção de emrpeendedores, em parceria entre Intece (Incubadora do Instituto Centec) e Proeta. Este edital é uma oportunidade para empreendedores que queiram iniciar um novo negócio a partir de tecnologias da Embrapa, disponíveis no Proeta. As inscrições estarão abertas até o dia 2 de julho.
Participantes
Participam da reunião a Fundação Núcleo de Tecnologia Industrial do Ceará (Nutec), Instituto Centro de Ensino Tecnológico (Centec), Parque de Desenvolvimento Tecnológico (Padetec), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (Ifec), Instituto de Tecnologia da Informação e Comunicação (Itic), Universidade de Fortaleza (Unifor), Universidade do Estado do Ceará (Uece), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Secretaria de Ciência e Tecnologia do Ceará (Secitece), Banco do Nordeste do Brasil, Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), Fundo Criatec e outras instituições ligadas à inovação e ao empreendedorismo.
Programação
08:30 – Recepção – Café da manhã
09:00 – Abertura do Evento: Dr. Vitor Hugo de Oliveira (Chefe Geral -
Embrapa Agroindústria Tropical)
09:10 – Palavra Prof. Ary Marques (Presidente da RIC)
09:20 – Apresentação Proeta – Genésio Vasconcelos (Coordenador Regional do Proeta)
09:35 – Apresentação Empresa Incubada BioClone – Roberto Caracas
09:45 – Apresentação Empresa Incubada Sabor Tropical – Fernando Furlani
09:55 – Apresentação Empresa Incubada CarbonoFixo.Com – Ednaldo Vieira
10:05 – Perguntas e Respostas
10:15 – Lançamento do Edital de Seleção de Empreendedores INTECE-Proeta”
Será no dia 2 de junho (quarta-feira), às 8h30, a terceira edição do “Café Tecnológico”, que visa uma maior interação entre instituições incubadoras, empresas incubadas e futuros empreendedores do Ceará. O encontro ocorre na sede da Embrapa Agroindústria Tropical (Fortaleza/CE), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Coordenada pela Rede de Incubadoras de Empresas do Ceará (RIC), a iniciativa conta com a participação de diversas empresas e instituições ligadas à inovação e ao empreendedorismo no estado.
Para Genésio Vasconcelos, coordenador regional do programa de incubação de empresas da Embrapa – Proeta -, o evento é de grande importância, pois, devido a seu caráter itinerante em todas as incubadoras da RIC, promove a integração entre as instituições. “Muitas vezes, temos ótimos relacionamentos enquanto membros da rede, mas não conhecemos as ações de cada um”, justifica. Além disso, negócios podem ser gerados entre as empresas incubadas. Vale salientar que esta ação nasceu da própria rede, uma vez que para se atuar em conjunto faz-se necessário o conhecimento da situação atual para sugerir as próximas ações.
A programação conta com a apresentação institucional do chefe-geral da Embrapa Agroindústria Tropical, Vitor Hugo de Oliveira, e a atuação do Proeta. As três empresas que estão sendo incubadas dentro deste programa – Bioclone, Sabor Tropical e CarbonoFixo.Com -também irão mostrar suas linhas de atuação e os resultados já alcançados. A Bioclone, por exemplo, produz mudas de fruteiras tropicais e de plantas ornamentais e flores tropicais pelo método de micropropagação. Na opinião do diretor, Roberto Caracas, “a filosofia de incubação do Proeta oferece vantagens, que vão desde a transferência de tecnologias inovadoras de alto valor agregado, até o apoio na aproximação de órgãos financiadores e fomentadores de recursos subvencionados”. Recentemente, teve um projeto aprovado para avançar no desenvolvimento e na produtividade de mudas clonadas, com a utilização de biorreatores. Os recursos são oriundos do Fundo de Inovação Tecnológica (FIT) da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico (Funcap).
A Sabor Tropical, outra empresa participante do Proeta, desenvolve o aproveitamento do resíduo de extração de suco de caju para obtenção de compostos de alto valor agregado, resultando num corante natural amarelo. O diretor, Fernando Furlani, conta que também recebeu recursos do FIT para finalizar o processo de obtenção e purificação das frações de carotenóides presentes no resíduo do suco de caju, visando a avaliação e a exploração do seu poder corante, antioxidante e pró-vitamínico. O empreendedor Ednaldo Vieira do Nascimento vai apresentar a atuação da CarbonoFixo.Com, que produz mudas nativas da Mata Atlântica para a realização de carboneutralização (neutralização da emissão de carbono). Durante o Café Tecnológico, será lançado o edital de seleção de emrpeendedores, em parceria entre Intece (Incubadora do Instituto Centec) e Proeta. Este edital é uma oportunidade para empreendedores que queiram iniciar um novo negócio a partir de tecnologias da Embrapa, disponíveis no Proeta. As inscrições estarão abertas até o dia 2 de julho.
Participantes
Participam da reunião a Fundação Núcleo de Tecnologia Industrial do Ceará (Nutec), Instituto Centro de Ensino Tecnológico (Centec), Parque de Desenvolvimento Tecnológico (Padetec), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (Ifec), Instituto de Tecnologia da Informação e Comunicação (Itic), Universidade de Fortaleza (Unifor), Universidade do Estado do Ceará (Uece), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Secretaria de Ciência e Tecnologia do Ceará (Secitece), Banco do Nordeste do Brasil, Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), Fundo Criatec e outras instituições ligadas à inovação e ao empreendedorismo.
Programação
08:30 – Recepção – Café da manhã
09:00 – Abertura do Evento: Dr. Vitor Hugo de Oliveira (Chefe Geral - Embrapa Agroindústria Tropical)
09:10 – Palavra Prof. Ary Marques (Presidente da RIC)
09:20 – Apresentação Proeta – Genésio Vasconcelos (Coordenador Regional do Proeta)
09:35 – Apresentação Empresa Incubada BioClone – Roberto Caracas
09:45 – Apresentação Empresa Incubada Sabor Tropical – Fernando Furlani
09:55 – Apresentação Empresa Incubada CarbonoFixo.Com – Ednaldo Vieira
10:05 - Perguntas e Respostas
10:15 – Lançamento do Edital de Seleção de Empreendedores INTECE-Proeta”

Iniciar a discussão para a definição das normas técnicas e das diretrizes gerais da produção integrada de flores. Esses são os principais objetivos da reunião técnica que ocorre, de 18 a 20 de maio, na sede da Embrapa Agroindústria Tropical. Participam o coordenador nacional do programa Produção Integrada, Adilson Kososki, representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Sebrae e da Agência de Defesa Agropecuária de Pernambuco.
O Nordeste Brasileiro tem ecossistemas diferenciados que possibilitam a produção de uma grande diversidade de flores e plantas ornamentais. O Ceará, por exemplo, já é o segundo estado produtor de rosas e o primeiro de flores tropicais. A floricultura brasileira movimenta, anualmente, um valor global em torno de US$ 1,3 bilhão e, segundo estimativas, agrega 5.152 produtores, numa área cultivada de 8.400 hectares.
Segundo o pesquisador da Embrapa Agroindústria Tropical e coordenador do programa de Produção Integrada de Flores, José Luiz Mosca, a produção integrada, além de ser uma proposta de agricultura sustentável sob o ponto de vista ecológico, social e econômico, é uma possibilidade de sobrevivência e garantia de concorrer com os mercados externos, pois as normas técnicas são aceitas pela sociedade e pelos distribuidores. “A colocação em prática das diretrizes para a Produção Integrada oferece possibilidade de produção sustentável em toda cadeia produtiva de flores e plantas ornamentais, respeitando o ambiente e a saúde dos trabalhadores”, explica.
Além disso, ainda segundo Mosca, os mercados mundiais passaram a exigir controles sobre todo o sistema de produção, incluindo a análise de resíduos e o estudo sobre o impacto ambiental para realizarem suas importações, ou seja, o sistema de produção deve permitir a rastreabilidade de toda a cadeia produtiva de flores.
Reunião
No dia 18, os participantes vão discutir os principais itens para a definição das normas técnicas que vão reger a produção integrada de flores. No dia seguinte, o grupo segue para o Maciço do Baturité para uma visita técnica a produtores de flores tropicais e de rosas. “É importante que todos os responsáveis pela elaboração das normas possam conhecer os produtores que já estão se inserindo na proposta do programa”, diz Mosca. No último dia do encontro, será a vez de visitar viveiristas na Região de Maranguape.
Pesquisadores, acadêmicos e profissionais das áreas de Ciência e Tecnologia de Alimentos, Nutrição, Produção Agronômica Regional e Tecnologia Pós-colheita têm até 7 de junho para enviar resumos expandidos para o 3º Congresso Brasileiro de Gastronomia & 1º Simpósio Regional de Ciência e Tecnologia de Alimentos.
O evento a ser realizado em Brasília, entre os dias 10 e 13 de agosto, no Edifício Sede da Embrapa, é uma promoção do Centro de Excelência em Turismo da Universidade de Brasília e a Secretaria Executiva da Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos do Distrito Federal (sbCTA-DF)
O evento, que tem como tema “Alimentos: da alquimia à ciência”, conta com a participação de pesquisadores de todos os centros de pesquisa da Embrapa em Brasília: Embrapa Hortaliças, Embrapa Recursos Genéticos e Tecnologia, Embrapa Agroenergia e Embrapa Cerrados. De acordo com a comissão organizadora, o 3º Congresso Brasileiro de Gastronomia & 1º Simpósio Regional de Ciência e Tecnologia de Alimentos irá valorizar alimentos regionais da biodiversidade brasileira, em especial, do Cerrado.
A chamada para envio de trabalhos científicos e a programação do evento podem ser encontradas no sítio www.gastronomiasbcta.com.br. Mais informações também podem ser obtidas pelo endereço eletrônico contato@gastronomiasbcta.com.br ou pelo telefone (61) 3107-5986.
Marcos Esteves
Embrapa Hortaliças
(061) 3385-9109 / www.cnph.embrapa.br
Pesquisadores, acadêmicos e profissionais das áreas de Ciência e Tecnologia de Alimentos, Nutrição, Produção Agronômica Regional e Tecnologia Pós-colheita têm até 7 de junho para enviar resumos expandidos para o 3º Congresso Brasileiro de Gastronomia & 1º Simpósio Regional de Ciência e Tecnologia de Alimentos.
O evento a ser realizado em Brasília, entre os dias 10 e 13 de agosto, no Edifício Sede da Embrapa, é uma promoção do Centro de Excelência em Turismo da Universidade de Brasília e a Secretaria Executiva da Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos do Distrito Federal (SBCTA-DF)
O evento, que tem como tema “Alimentos: da alquimia à ciência”, conta com a participação de pesquisadores de todos os centros de pesquisa da Embrapa em Brasília: Embrapa Hortaliças, Embrapa Recursos Genéticos e Tecnologia, Embrapa Agroenergia e Embrapa Cerrados. De acordo com a comissão organizadora, o 3º Congresso Brasileiro de Gastronomia & 1º Simpósio Regional de Ciência e Tecnologia de Alimentos irá valorizar alimentos regionais da biodiversidade brasileira, em especial, do Cerrado.
A chamada para envio de trabalhos científicos e a programação do evento podem ser encontradas no sítio www.gastronomiasbcta.com.br. Mais informações também podem ser obtidas pelo endereço eletrônico contato@gastronomiasbcta.com.br ou pelo telefone (61) 3107-5986.
Contatos e informações:
Marcos Esteves
Embrapa Hortaliças
(061) 3385-9109 / www.cnph.embrapa.br

De quinta-feira (27) a sábado (29) deste mês, será realizada em Belo Horizonte, no complexo Expominas, a II Feira de Software para o Agronegócio – Agrotic. O objetivo do evento é apresentar as principais novidades em tecnologia da informação (TI) disponíveis para o setor rural. Nesta segunda edição, cerca de 20 empresas brasileiras vão expor as principais novidades em softwares voltados a defesa agropecuária, cultivo vegetal, manejo animal e administração rural. Além do lançamento de softwares para o setor agropecuário, serão realizadas palestras e demonstrações pelos expositores.
A feira é coordenada pela Embrapa Informática Agropecuária (Campinas, SP), unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. A empresa vai demonstrar vários produtos de tecnologia da informação para o agronegócio em parceria com a Embrapa Instrumentação Agropecuária (São Carlos, SP) e outras instituições públicas e privadas.
A Agrotic busca incentivar os negócios nacionais e internacionais no setor de TI para atender demandas comerciais de produtores rurais, veterinários, zootecnistas, agrônomos, fiscais agropecuários, estudantes, pesquisadores, consultores, técnicos agrícolas, cooperativas e instituições de ensino, pesquisa e extensão rural.
O diretor da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), ministro Marcos Farani, o diretor-presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Pedro Arraes Pereira, e o vice-ministro de Agricultura de Moçambique, Antonio Limbau (na foto, da esquerda para direita), assinaram na tarde de quarta-feira (12), em Brasília, o termo para execução do projeto para suporte técnico à plataforma de inovação agropecuária de Moçambique. Pelo menos US$ 4,2 milhões serão investidos pela ABC e US$ 7,9 milhões por parte da Embrapa, por um período total de quatro anos.
Arraes explica que o objetivo do projeto é o fortalecimento do Instituto de Investigação Agrária de Moçambique (IIAM). O aporte da Embrapa é calculado em horas de trabalho da equipe da estatal, que tem a responsabilidade de executar todas as atividades nas áreas de planejamento estratégico, gestão territorial, sistemas de sementes e comunicação e informação para transferência de tecnologia.
Além dos recursos da ABC e do aporte da Embrapa, que ocorrerá por meio do trabalho da equipe técnica, a Agência Americana de Cooperação (USAID) aplicará US$ 8,4 milhões no financiamento de cinco centros internacionais privados de pesquisa agropecuária que atuam em Moçambique. Esses recursos também serão usados na manutenção de uma unidade de gestão do programa de inovação agropecuária de Moçambique, denominada UGP – formada por representantes do IIAM, da Embrapa e dos organismos internacionais financiados pela USAID.
Embrapa, USAID e ABC vão atuar juntas nas ações de cooperação técnica triangular entre Brasil, Estados Unidos e Moçambique, direcionadas à agricultura, saúde e segurança alimentar. As ações estão amparadas por um memorando de entendimento sobre a implementação de atividades em terceiros países. O documento que trata desse assunto foi assinado quando da visita da secretária Hillary Clinton a Brasília, em março deste ano.
Os governos brasileiro e norte-americano vêm trabalhando com o Ministério da Agricultura de Moçambique para desenvolver a plataforma de inovação agropecuária, de forma a permitir a autosuficiência na produção de alimentos no país africano. Por isso, nos próximos quatro anos Brasil e Estados Unidos deverão desenvolver, separadamente, projetos paralelos e complementares nesse sentido.
A assinatura do documento fez parte da agenda do Diálogo Brasil-África, que se encerrou na quarta-feira(12), em Brasília, e do qual participaram mais de 50 delegações de países africanos.
Deva Rodrigues
A Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical (Cruz das Almas/BA) abriu 30 vagas para o 7º Curso de Micropropagação de Plantas que vai acontecer de 2 a 6 de agosto. Destinado a pesquisadores, professores, técnicos e estudantes de graduação e pós-graduação, o treinamento é coordenado pelos pesquisadores Tatiana Góes Junghans, Antônio da Silva Souza, Fernanda Vidigal Duarte Souza e Janay Almeida dos Santos-Serejo.
Dentre as técnicas de cultura de tecidos, a micropropagação (ou propagação vegetativa in vitro) é a de maior impacto na agricultura por permitir a reprodução rápida de plantas com características superiores e condições genética e sanitária garantidas.
Programação
“Importante alternativa aos métodos convencionais de multiplicação de plantas, esta técnica possibilita a formação de indivíduos geneticamente idênticos a partir do cultivo in vitro de células, órgãos ou pequenos fragmentos extraídos de uma planta matriz, em meios de cultura adequados e sob condições ambientais controladas”, explica Tatiana Junghans.
Além das aulas no Laboratório de Cultura de Tecidos, a programação inclui visita às instalações da Biofábrica da Campo Biotecnologia Vegetal, em Cruz das Almas, e ao orquidário Orquilândia, em Camaçari.A inscrição custa 560 reais para profissional da área e 360 reais para estudante, incluindo CD das aulas práticas, certificado de participação, lanches, excursão técnica e os livros Introdução à Micropropagação de Plantas (para os 20 primeiros inscritos) e Aspectos Práticos da Micropropagação de Plantas.
Mais informações no endereço www.cnpmf.embrapa.br/destaques/Folder_Microp_2010.pdf ou com Marineusa Araújo Silva, pelo e-mail marineus@cnpmf.embrapa.br e telefone (75) 3312-8077.
Léa Cunha
Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical
(75) 3312-8076 / www.cnpmf.embrapa.br
A Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical (Cruz das Almas/BA) abriu 30 vagas para o 7º Curso de Micropropagação de Plantas que vai acontecer de 2 a 6 de agosto. Destinado a pesquisadores, professores, técnicos e estudantes de graduação e pós-graduação, o treinamento é coordenado pelos pesquisadores Tatiana Góes Junghans, Antônio da Silva Souza, Fernanda Vidigal Duarte Souza e Janay Almeida dos Santos-Serejo. Dentre as técnicas de cultura de tecidos, a micropropagação (ou propagação vegetativa in vitro) é a de maior impacto na agricultura por permitir a reprodução rápida de plantas com características superiores e condições genética e sanitária garantidas.
Programação
“Importante alternativa aos métodos convencionais de multiplicação de plantas, esta técnica possibilita a formação de indivíduos geneticamente idênticos a partir do cultivo in vitro de células, órgãos ou pequenos fragmentos extraídos de uma planta matriz, em meios de cultura adequados e sob condições ambientais controladas”, explica Tatiana Junghans.
Além das aulas no Laboratório de Cultura de Tecidos, a programação inclui visita às instalações da Biofábrica da Campo Biotecnologia Vegetal, em Cruz das Almas, e ao orquidário Orquilândia, em Camaçari.A inscrição custa 560 reais para profissional da área e 360 reais para estudante, incluindo CD das aulas práticas, certificado de participação, lanches, excursão técnica e os livros Introdução à Micropropagação de Plantas (para os 20 primeiros inscritos) e Aspectos Práticos da Micropropagação de Plantas.
Mais informações no endereço www.cnpmf.embrapa.br/destaques/Folder_Microp_2010.pdf ou com Marineusa Araújo Silva, pelo e-mail marineus@cnpmf.embrapa.br e telefone (75) 3312-8077.
Léa Cunha
Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical
(75) 3312-8076 / www.cnpmf.embrapa.br
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